O Luan me contou que assim que chegou em casa, depois de sair do meu apartamento, tentou de todas as maneiras fazer com que a Bruna e a Marizete falassem o sexo do nosso bebê. Mas foi em vão, elas apenas diziam que iria fazer uma surpresa para nós, porque merecíamos. E a ansiedade só aumentava.
Em um dia normal, sem shows, sem nenhuma agitação. Acompanhei o Luan até o escritório, ele iria assinar alguns papeis para sua publicidade e logo depois iríamos para a casa sua casa, estavam preparando um churrasco. Os meus pais e o meu irmão, já estavam por lá, ajudando a Marizete e a Bruna nos preparativos, já que o Amarildo também nos acompanhou até o escritório. O celular do Luan tocou e ele me olhou estranho.
- Sua mãe ! - falou para mim e logo atendeu. - Oi Dona Laura !
Tentava ouvir o que estavam conversando, mas foi em vão. Não deu para escutar muito. Ele ria de algo que a minha mãe falava, o que me deixava ainda mais curiosa. Assim que ele desligou, lhe enchi de perguntas.
- Estão preparando uma festa para sabermos o sexo do nosso bebê - ele dizia sorridente, os seus olhos brilhavam.
- Sério ? Era isso que elas estavam escondendo ? - perguntei rindo.
- Era isso. Você sabia pai ? - Luan olhou para o seu pai que estava sorrindo e assinando uns papeis.
- Sabia ! E sei o sexo do filho de você.
- Filho ? É um menino ?
- Do bebê de vocês. Não me coloquem na parede, eu não vou estragar a surpresa, elas me matam se eu contar alguma coisa.
- Poxa, pai !
- Assina aqui, Luan.
Tentamos arrancar alguma informação do Amarildo, mas ele não deu nenhuma dica. Assim que o Luan terminou de assinar os papeis, seguimos ansiosos para sua casa. Ficamos surpresos ao chegarmos por ali, naquela enorme porta tinha um quadro: ''Um bebê está chegando '', não tinha cor nenhuma, assim poderia nos informar se era menino ou menina.
Assim que entramos na casa todos gritaram ''Surpresa'' que na verdade não era mais uma surpresa aquela festa, a decoração era rosa e azul, nos deixando uma dúvida:
- Gêmeos, amor ? - perguntou o Luan sorrindo.
- Não ! Se fosse já teria aparecido.
- Porque duas cores ?
- Luan, é pra ficar um suspense. Vamos saber em breve.
- Vamos saber não, vocês já sabem. Eu e a Larissa que vamos saber - disse o Luan fazendo graça. Ele foi cumprimentando as pessoas que estavam ali presentes. Os nossos amigos, familiares, algumas pessoas da produção e banda que puderam estar presente.
- Cara ! Parabéns mais uma feliz por essa criança que está vindo, muitas bênção - Escandurras como era conhecido, apertou a mão do Luan e o abraçou após falar aquilo.
- Obrigado, cara. Vai ser uma companhia pro seu Davi.
- É verdade ! Trago em breve para vocês conhecerem.
- Queremos conhecer mesmo - disse para o Escandurras.
Enquanto não sabíamos o sexo do nosso bebê, ficamos conversando com todos que estavam presente, mas em alguns momentos íamos na mesa para tentar descobrir o sexo. A Bruna nos disse que o sexo seria descoberto assim que o bolo fosse cortado, o Luan por muitas vezes tentou colocar o dedo dentro do bolo para descobri antes de cortar. Mas alguém sempre nos via perto da mesa e ia correndo nos tirar.
Já estávamos cansados de tanto esperar, pedi a minha mãe que conversasse com a Marizete, pois eu já não estava aguentando. As duas conversaram e decidiram que era a hora, todos foram chamados para o lugar onde fazia o churrasco e onde estava o bolo e toda uma decoração fofinha.
- Oi gente ! - falou a Marizete um pouco tímida. - Reunimos vocês aqui, os amigos mais próximo do meu filho e da minha nora. Para que vocês pudessem saber em primeiro mão, o sexo dessa criança que está vindo para alegrar a nossa casa, as nossas vidas.
- Já pode começar a dizer se é menino ou menina, mãe - disse o meu namorado
- (risos) Calma, vamos saber. Já sabem o nome ?
- Se for menino vai ser o que, amor ? - perguntei para o Luan.
- Uai, não sei. Se for menina vai ser o que ?
- Estava pensando em Alícia.
- Lindo o nome, pode deixar esse - disse a minha mãe, já tinha comentado com ela, mas ainda não tinha falado para o Luan sobre esse nome.
- É melhor discutirem um nome primeiro, depois sabemos o sexo.
- NÃO ! - falamos juntos.
- Se for menino vai se chamar, Lucas.
- Lucas e Alícia ?
- ISSO !
- Venham !
Nos entregaram uma faca para que cortássemos o bolo. Seguramos juntos a face e fomos direto para o bolo, cortando devagar, para ter ainda mais um pouco de suspense.
Não chegamos a cortar o bolo direito e já vimos que dentro a massa era azul. Indicando que o bebê que estava vindo era menino. O Luan não conteve as lágrimas, me abraçou e chorou em meu ombro. Eu sabia que o seu sonho era ter um menino e aquilo estava sendo realizado. Vendo ele daquele jeito, chorei junto, em um abraço apertado que demos.
- Menino ? - perguntou o meu pai, o Luan se afastou de mim, limpou as lágrimas e confirmou com a cabeça. Fazendo o meu pai gritar de felicidade.
sábado, 27 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
TROLADOS
Era dia de uma consulta especial. A mais especial de todas !
O dia que iriamos saber o sexo do nosso bebê, o Luan estava mais ansioso que eu, me ligava o tempo todo, perguntando se já estava na hora de irmos ao consultório. Eu sempre tentava lhe acalmar, mas não consegui, ele acabou chegando na casa dos meus pais ( onde eu estava passando um tempo ), ficou conversando com a minha mãe sobre a minha gravidez. Até ela o assustar.
Eu tinha passado mal na noite anterior, umas tonturas, enjoos, mas não comentei com o Luan sobre o que tinha acontecido, o que lhe deixou um pouco furioso.
- Escondendo as coisas de mim ?
- Não achei necessário te avisar, até porque foi coisa bem rápida.
- Não achou necessário, Larissa ? Sou seu namorado, você está grávida. Tem que me avisar de tudo. Quer me matar do coração ?
- Não, amor. Sem exageros. Foi coisa bem rápida, mesmo.
- Obrigado por me informar, Dona Laura. Se depender da Larissa eu não sei de nada o que acontece com ela.
- Pensei que a Lari tinha lhe avisado.
- Ah ! Dona Laura, a senhora não iria me avisar ?
- Eu tenho um genro exagerado mesmo - ri do comentário da minha mãe.
Depois de tantas conversas, me arrumei, colocando uma leg preta e uma batinha branca. A barriga estava aparente, não muito, mas olhando bem já percebiam que eu estava grávida, já que antes algumas pessoas desconfiavam.
O doutor como sempre muito simpático, humorado, nos recebeu em seu consultório, o Luan bombardeou o doutor com suas perguntas, sobre os meus enjoos e sobre o probleminha que eu estava antes.
Fomos para a parte mais importante da consulta. Me preparei em uma maca, levantando a minha bata e deixando a minha barriguinha de fora. O Luan filmava tudo em seu celular, todo bobo e emocionado. Eu via em seus olhos marejados, o quanto ele estava feliz por aquele momento.
- Estão ansiosos ? - pergunto o doutor.
- O senhor não sabe o quanto estamos ansiosos - respondeu o Luan.
O doutor estava fazendo todo o enxame em silêncio. Ouvimos batidas na porta e ele pediu para entrar. Deixando eu e o Luan surpresos com a presença da minha sogra e da minha mãe, acompanhada de Bruna e Michelle.
- Estavamos esperando por vocês - disse o Dr. Roberto
- Uai, vocês estão aprontando o que ? - perguntei
- Surpresa ! Já fez o exame, doutor ?
- Começamos agora.
- O que está acontecendo aqui é que vocês não vão saber qual é o sexo do bebê.
- Como assim, Bruna ? - Luan olhou para a irmã com um olhar raivoso.
- Isso mesmo ! Não vão saber hoje.
Sem entender nada, saímos do consultório sem saber o sexo do bebê. Mas a minha mãe, Dona Marizete, Bruna e Michelle já sabiam o sexo do nosso filho.
- Estou revoltado ! - Luan disse dentro do carro na volta para casa.
- (risos) Acho que estão preparando uma coisa linda.
- Eu queria saber o sexo, poxa.
- Eu também. Mas vamos esperar o que vai acontecer.
- Vai lá pra casa ?
- Não sei ! Estou com fome, tem algo gostoso pra comer lá ?
- Eu - disse rindo.
- (risos) Isso eu não como, eu faço outras coisinhas - mordi a bochecha dele.
- Louco pra você fazer outra coisinha - me lançou um olhar safado.
- Então vamos para o meu apartamento ?
- Você quem manda !
Partimos para o meu apartamento, ao chegarmos fui direto para o banheiro estava apertada. Enquanto isso, o Luan ia tirando o seu tênis e se jogando no sofá, ligando a TV.
Terminei a minha higiene e fui para um banho quente e relaxante. Foi então que senti o primeiro chute do meu filho ou da minha filha. Sim, era a primeira vez que sentia o chute do meu bebê. O médico afirmou que era normal, que eu poderia não senti-lo, mas que ele estava ali, muito saudável e seguro. Ah, ele estava !
Assustada e emocionada por sentir o bebê se mexer, desliguei o chuveiro, coloquei um roupão e sai em direção a sala, o Luan estava com um boné no rosto, provavelmente tinha pego no sono. Mas eu tinha que contar, o que acabou de acontecer.
- Amor ! - balancei ele de um lado para o outro.
- Oi ? - tirou o boné do rosto
- Eu senti ...
- Sentiu o que, amor ?
- O bebê, amor - os meus olhos já marejados, fez com que o Luan se assustasse.
- O que, Larissa ? Sentiu alguma dor ? O que foi ? Vai nascer ?
- (risos) Não bobo ! Ele mexeu, eu senti.
- Mexeu ? - Luan sentou-se no sofá, com os olhos arregalados.
- Sim ! Coloca a mão aqui, ele não mexe mais. Mas eu sei que vai mexer ...
- Para de brincadeira, cara.
- Põe ! - peguei a mão do Luan e coloquei sobre a minha pequena barriga.
Sentei ao seu lado no sofá, mas o nosso bebê não mexeu.
- Ele não gosta de mim - o pai mais babão fez um bico.
- Claro que gosta de você. Ele só quer ficar quietinho.
- Será que é ele mesmo, amor ? - me perguntou
- Vai saber, Lu. Mas o que vim, pode ter certeza que será tão amado.
- Verdade ! Vou cuidar tanto, vou dá o melhor de mim para essa criança
- Você vai ser o melhor pai do mundo inteiro
- E você a mãe, mais linda, mais cuidadosa, mais tudo - me olhou nos olhos, passou a mão em meu rosto e depois beijou o meu nariz.
- Obrigada por ter me dado esse presente, viu ? Claro, primeiramente a Deus. Segundo você que plantou a sementinha aqui, mesmo sem querer - sorri para ele.
- (risos) Mesmo sem querer, querendo. Eu quem te agradeço por ter topado carregar um herdeiro ou herdeira, no seu ventre. Sentir tantas coisas, arriscar a vida, para colocá-lo no mundo.
Não queria falar nada depois do que ele me disse. O meu beijo já falou o que eu poderia ter dito. Foi um beijo com tanta paixão, com tanto amor, como sempre era dado. Posso confessar que somos apaixonados um pelo o outro. A nossa relação era saudável, um respeitava o outro, um amava o outro.
- O seu beijo é o melhor - ele sussurrou em meu ouvido, abaixando uma parte do meu roupão, deixando o meu ombro nu a mostra.
Tirei a camisa do Luan e lhe ajudei com a calça, por fim, fomos para o meu quarto, onde nos embriagamos de amor, sussurrando palavras apaixonadas, gemendo de amor, de satisfação, de prazer. Ele era o meu homem e eu sua mulher, de corpo e alma.
Confiava de olhos fechados no meu namorado e me entregava totalmente para ele nesses momentos. Era tão delicado, cuidadoso, preocupado, me deixando ainda mais encantada e apaixonada.
O dia que iriamos saber o sexo do nosso bebê, o Luan estava mais ansioso que eu, me ligava o tempo todo, perguntando se já estava na hora de irmos ao consultório. Eu sempre tentava lhe acalmar, mas não consegui, ele acabou chegando na casa dos meus pais ( onde eu estava passando um tempo ), ficou conversando com a minha mãe sobre a minha gravidez. Até ela o assustar.
Eu tinha passado mal na noite anterior, umas tonturas, enjoos, mas não comentei com o Luan sobre o que tinha acontecido, o que lhe deixou um pouco furioso.
- Escondendo as coisas de mim ?
- Não achei necessário te avisar, até porque foi coisa bem rápida.
- Não achou necessário, Larissa ? Sou seu namorado, você está grávida. Tem que me avisar de tudo. Quer me matar do coração ?
- Não, amor. Sem exageros. Foi coisa bem rápida, mesmo.
- Obrigado por me informar, Dona Laura. Se depender da Larissa eu não sei de nada o que acontece com ela.
- Pensei que a Lari tinha lhe avisado.
- Ah ! Dona Laura, a senhora não iria me avisar ?
- Eu tenho um genro exagerado mesmo - ri do comentário da minha mãe.
Depois de tantas conversas, me arrumei, colocando uma leg preta e uma batinha branca. A barriga estava aparente, não muito, mas olhando bem já percebiam que eu estava grávida, já que antes algumas pessoas desconfiavam.
O doutor como sempre muito simpático, humorado, nos recebeu em seu consultório, o Luan bombardeou o doutor com suas perguntas, sobre os meus enjoos e sobre o probleminha que eu estava antes.
Fomos para a parte mais importante da consulta. Me preparei em uma maca, levantando a minha bata e deixando a minha barriguinha de fora. O Luan filmava tudo em seu celular, todo bobo e emocionado. Eu via em seus olhos marejados, o quanto ele estava feliz por aquele momento.
- Estão ansiosos ? - pergunto o doutor.
- O senhor não sabe o quanto estamos ansiosos - respondeu o Luan.
O doutor estava fazendo todo o enxame em silêncio. Ouvimos batidas na porta e ele pediu para entrar. Deixando eu e o Luan surpresos com a presença da minha sogra e da minha mãe, acompanhada de Bruna e Michelle.
- Estavamos esperando por vocês - disse o Dr. Roberto
- Uai, vocês estão aprontando o que ? - perguntei
- Surpresa ! Já fez o exame, doutor ?
- Começamos agora.
- O que está acontecendo aqui é que vocês não vão saber qual é o sexo do bebê.
- Como assim, Bruna ? - Luan olhou para a irmã com um olhar raivoso.
- Isso mesmo ! Não vão saber hoje.
Sem entender nada, saímos do consultório sem saber o sexo do bebê. Mas a minha mãe, Dona Marizete, Bruna e Michelle já sabiam o sexo do nosso filho.
- Estou revoltado ! - Luan disse dentro do carro na volta para casa.
- (risos) Acho que estão preparando uma coisa linda.
- Eu queria saber o sexo, poxa.
- Eu também. Mas vamos esperar o que vai acontecer.
- Vai lá pra casa ?
- Não sei ! Estou com fome, tem algo gostoso pra comer lá ?
- Eu - disse rindo.
- (risos) Isso eu não como, eu faço outras coisinhas - mordi a bochecha dele.
- Louco pra você fazer outra coisinha - me lançou um olhar safado.
- Então vamos para o meu apartamento ?
- Você quem manda !
Partimos para o meu apartamento, ao chegarmos fui direto para o banheiro estava apertada. Enquanto isso, o Luan ia tirando o seu tênis e se jogando no sofá, ligando a TV.
Terminei a minha higiene e fui para um banho quente e relaxante. Foi então que senti o primeiro chute do meu filho ou da minha filha. Sim, era a primeira vez que sentia o chute do meu bebê. O médico afirmou que era normal, que eu poderia não senti-lo, mas que ele estava ali, muito saudável e seguro. Ah, ele estava !
Assustada e emocionada por sentir o bebê se mexer, desliguei o chuveiro, coloquei um roupão e sai em direção a sala, o Luan estava com um boné no rosto, provavelmente tinha pego no sono. Mas eu tinha que contar, o que acabou de acontecer.
- Amor ! - balancei ele de um lado para o outro.
- Oi ? - tirou o boné do rosto
- Eu senti ...
- Sentiu o que, amor ?
- O bebê, amor - os meus olhos já marejados, fez com que o Luan se assustasse.
- O que, Larissa ? Sentiu alguma dor ? O que foi ? Vai nascer ?
- (risos) Não bobo ! Ele mexeu, eu senti.
- Mexeu ? - Luan sentou-se no sofá, com os olhos arregalados.
- Sim ! Coloca a mão aqui, ele não mexe mais. Mas eu sei que vai mexer ...
- Para de brincadeira, cara.
- Põe ! - peguei a mão do Luan e coloquei sobre a minha pequena barriga.
Sentei ao seu lado no sofá, mas o nosso bebê não mexeu.
- Ele não gosta de mim - o pai mais babão fez um bico.
- Claro que gosta de você. Ele só quer ficar quietinho.
- Será que é ele mesmo, amor ? - me perguntou
- Vai saber, Lu. Mas o que vim, pode ter certeza que será tão amado.
- Verdade ! Vou cuidar tanto, vou dá o melhor de mim para essa criança
- Você vai ser o melhor pai do mundo inteiro
- E você a mãe, mais linda, mais cuidadosa, mais tudo - me olhou nos olhos, passou a mão em meu rosto e depois beijou o meu nariz.
- Obrigada por ter me dado esse presente, viu ? Claro, primeiramente a Deus. Segundo você que plantou a sementinha aqui, mesmo sem querer - sorri para ele.
- (risos) Mesmo sem querer, querendo. Eu quem te agradeço por ter topado carregar um herdeiro ou herdeira, no seu ventre. Sentir tantas coisas, arriscar a vida, para colocá-lo no mundo.
Não queria falar nada depois do que ele me disse. O meu beijo já falou o que eu poderia ter dito. Foi um beijo com tanta paixão, com tanto amor, como sempre era dado. Posso confessar que somos apaixonados um pelo o outro. A nossa relação era saudável, um respeitava o outro, um amava o outro.
- O seu beijo é o melhor - ele sussurrou em meu ouvido, abaixando uma parte do meu roupão, deixando o meu ombro nu a mostra.
Tirei a camisa do Luan e lhe ajudei com a calça, por fim, fomos para o meu quarto, onde nos embriagamos de amor, sussurrando palavras apaixonadas, gemendo de amor, de satisfação, de prazer. Ele era o meu homem e eu sua mulher, de corpo e alma.
Confiava de olhos fechados no meu namorado e me entregava totalmente para ele nesses momentos. Era tão delicado, cuidadoso, preocupado, me deixando ainda mais encantada e apaixonada.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
ELA É MINHA
Os meus pais marcaram uma churrasco em minha casa, convidando os pais da Larissa e alguns amigos da família. Mas eu e a Larissa ainda estávamos em Goiânia, e chegaríamos um pouco tarde para aquele churrascão.
Sobre a barriga da Larissa, já estava bem grandinha e aquilo me deixava com os olhos brilhando e com o coração palpitando de tanta ansiedade, faltava algumas semanas para sabermos o sexo do nosso bebê. Ultimamente ela sentia bastante enjoo e tonturas, aquilo me preocupava, pedi para que ela ficasse um tempo de repouso em São Paulo, mas era tão teimosa que não me escutou.
Chegando em São Paulo, fomos recebidos pelo o meu pai e seguimos caminho para a minha casa. Perguntei no caminho quais eram as pessoas que estavam em nossas casas, e ele foi dizendo, até chegar em uma que eu não suportava, um amigo da minha irmã, um tal de Rodolfo, ele era cheio de gracinha com as amigas da Bruna.
- É amigo da Bruna, filho.
- Eu sei que é amigo dela, mas ela sabe que eu não gosto desse cara.
- Vejo alguém ciumento por aqui ? - perguntou a Larissa.
- Olha só, a Larissa falou - brincou o meu pai.
- Não estou com ciúmes, Larissa. É que eu realmente não gosto desse cara, fica tirando gracinha com as amigas da Bruna e com ela também.
- Com ela ? Tem certeza ? Vou conversar com a Bruna quando chegar em casa.
- Pode conversar.
Larissa bateu em meu braço e olhei para trás, já que ela estava no banco atrás de mim.
- O que foi ? - perguntei.
- Para de colocar fogo nessa história. Você está com ciúmes.
- Larissa, fica quieta.
- Olha a briga vocês dois !
Paramos em frente a minha casa e a minha mãe já nos esperava. Me abraçou forte e me deu um selinho como de costume, ela olhou para a Larissa que estava saindo do carro e colocou a mão na boca.
- Me desculpa, Larissa - disse a minha mãe.
- (risos) Uai, a senhora é mãe dele.
As duas se abraçaram e pegamos algumas malas que estava no carro, o Puff já apareceu latindo para mim, peguei aquele ursinho e brinquei um pouco com ele. Tinha ciúmes quando a Larissa chegava perto de mim, então sempre que ela aparecia ele latia muito, mas nunca mexia com ela, já que a Lari ficava longe de mim quando o Puff estava daquele jeito.
- Filha ! - minha sogra apareceu para comprimentar a filha.
- Oi minha mãe linda.
- Você só tem uma, Larissa.
O meu sogro também apareceu e conversamos um pouco. Depois nos levaram para a área do churrasco, e lá estava o cara que eu não me simpatizava, mas lhe comprimentei, assim como fiz com todos.
No meio da ''festa'' senti um olhar diferente desse Rodolfo para a Larissa que estava com a Bruna e suas amigas. Ele lhe observava estranho e aquilo me deixou incomodado até demais.
Parei de beber com o meu sogro e o meu pai e chamei a minha mulher.
- Amor ! - ela olhou sorrindo para mim.
Talvez seja aquilo que tenha lhe chamado a atenção, o sorriso, além de sua beleza. Ela tinha o sorriso mais lindo que eu já vi em toda a minha vida, era espontâneo. Deixava qualquer homem encantado. Mas eu não gostava daquilo, de qualquer homem ficar encantado pela a minha mulher. Sentia uma insegurança quando isso acontecia, tinha medo que ela me deixasse, se apaixonasse por outro, visse em outro o que talvez não tivesse em mim.
- Oi meu amor - Larissa chegou ao meu lado e beijou meu rosto.
- Fica aqui perto de mim um pouquinho ?
- Uai, mas porque ? Estou conversando com as meninas.
- Depois eu te digo, fica aqui por favor.
- Tudo bem, só um pouquinho. E depois você vai me dizer o porquê.
- Pode deixar ! - se aproximei dela e selei seus lábios e logo depois iniciei um beijo apaixonado, na mulher mais linda que eu já tinha conhecido.
- Que beijo tão gostoso, amor.
- (risos) Também achei - disse ainda segurando o rosto dela.
- Tentando mostrar que eu tenho dono ? - perguntou rindo, ela me conhecia bem.
- Sim, ele não para de te olhar e isso está me incomodando.
- Não precisa ficar incomodado, meu amor. Não tenho olhos para mais ninguém, além de você. Sinta-se seguro, pois eu te amo com toda a minha força.
- Você é a mulher mais linda, mais amiga, mais namorada, a mulher da minha vida. Não vou cansar de olhar nos seus olhos e te dizer isso. Você me completa - cheirei o pescoço dela, que se arrepiou e se encolheu um pouco.
- Eu não quero chorar ! - disse com os olhos marejados.
- (risos) Não vou te fazer chorar, só sorrir.
- Luan, canta uma moda.
Peguei o meu violão e cantei uma música, dedicando-a para a minha namorada. Deixando bem claro para o Rodolfo que a olhava, que aquela mulher, tinha um homem ao seu lado, que cuidava, lhe amava e respeitava. Me deixando aliviado e esquecendo os olhares daquele cara, em cima da minha menina.
Sobre a barriga da Larissa, já estava bem grandinha e aquilo me deixava com os olhos brilhando e com o coração palpitando de tanta ansiedade, faltava algumas semanas para sabermos o sexo do nosso bebê. Ultimamente ela sentia bastante enjoo e tonturas, aquilo me preocupava, pedi para que ela ficasse um tempo de repouso em São Paulo, mas era tão teimosa que não me escutou.
Chegando em São Paulo, fomos recebidos pelo o meu pai e seguimos caminho para a minha casa. Perguntei no caminho quais eram as pessoas que estavam em nossas casas, e ele foi dizendo, até chegar em uma que eu não suportava, um amigo da minha irmã, um tal de Rodolfo, ele era cheio de gracinha com as amigas da Bruna.
- É amigo da Bruna, filho.
- Eu sei que é amigo dela, mas ela sabe que eu não gosto desse cara.
- Vejo alguém ciumento por aqui ? - perguntou a Larissa.
- Olha só, a Larissa falou - brincou o meu pai.
- Não estou com ciúmes, Larissa. É que eu realmente não gosto desse cara, fica tirando gracinha com as amigas da Bruna e com ela também.
- Com ela ? Tem certeza ? Vou conversar com a Bruna quando chegar em casa.
- Pode conversar.
Larissa bateu em meu braço e olhei para trás, já que ela estava no banco atrás de mim.
- O que foi ? - perguntei.
- Para de colocar fogo nessa história. Você está com ciúmes.
- Larissa, fica quieta.
- Olha a briga vocês dois !
Paramos em frente a minha casa e a minha mãe já nos esperava. Me abraçou forte e me deu um selinho como de costume, ela olhou para a Larissa que estava saindo do carro e colocou a mão na boca.
- Me desculpa, Larissa - disse a minha mãe.
- (risos) Uai, a senhora é mãe dele.
As duas se abraçaram e pegamos algumas malas que estava no carro, o Puff já apareceu latindo para mim, peguei aquele ursinho e brinquei um pouco com ele. Tinha ciúmes quando a Larissa chegava perto de mim, então sempre que ela aparecia ele latia muito, mas nunca mexia com ela, já que a Lari ficava longe de mim quando o Puff estava daquele jeito.
- Filha ! - minha sogra apareceu para comprimentar a filha.
- Oi minha mãe linda.
- Você só tem uma, Larissa.
O meu sogro também apareceu e conversamos um pouco. Depois nos levaram para a área do churrasco, e lá estava o cara que eu não me simpatizava, mas lhe comprimentei, assim como fiz com todos.
No meio da ''festa'' senti um olhar diferente desse Rodolfo para a Larissa que estava com a Bruna e suas amigas. Ele lhe observava estranho e aquilo me deixou incomodado até demais.
Parei de beber com o meu sogro e o meu pai e chamei a minha mulher.
- Amor ! - ela olhou sorrindo para mim.
Talvez seja aquilo que tenha lhe chamado a atenção, o sorriso, além de sua beleza. Ela tinha o sorriso mais lindo que eu já vi em toda a minha vida, era espontâneo. Deixava qualquer homem encantado. Mas eu não gostava daquilo, de qualquer homem ficar encantado pela a minha mulher. Sentia uma insegurança quando isso acontecia, tinha medo que ela me deixasse, se apaixonasse por outro, visse em outro o que talvez não tivesse em mim.
- Oi meu amor - Larissa chegou ao meu lado e beijou meu rosto.
- Fica aqui perto de mim um pouquinho ?
- Uai, mas porque ? Estou conversando com as meninas.
- Depois eu te digo, fica aqui por favor.
- Tudo bem, só um pouquinho. E depois você vai me dizer o porquê.
- Pode deixar ! - se aproximei dela e selei seus lábios e logo depois iniciei um beijo apaixonado, na mulher mais linda que eu já tinha conhecido.
- Que beijo tão gostoso, amor.
- (risos) Também achei - disse ainda segurando o rosto dela.
- Tentando mostrar que eu tenho dono ? - perguntou rindo, ela me conhecia bem.
- Sim, ele não para de te olhar e isso está me incomodando.
- Não precisa ficar incomodado, meu amor. Não tenho olhos para mais ninguém, além de você. Sinta-se seguro, pois eu te amo com toda a minha força.
- Você é a mulher mais linda, mais amiga, mais namorada, a mulher da minha vida. Não vou cansar de olhar nos seus olhos e te dizer isso. Você me completa - cheirei o pescoço dela, que se arrepiou e se encolheu um pouco.
- Eu não quero chorar ! - disse com os olhos marejados.
- (risos) Não vou te fazer chorar, só sorrir.
- Luan, canta uma moda.
Peguei o meu violão e cantei uma música, dedicando-a para a minha namorada. Deixando bem claro para o Rodolfo que a olhava, que aquela mulher, tinha um homem ao seu lado, que cuidava, lhe amava e respeitava. Me deixando aliviado e esquecendo os olhares daquele cara, em cima da minha menina.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
CAFÉ
No dia seguinte acordei com beijos em meu pescoço e aquela risadinha que eu conhecia muito bem. Fui abrindo os meus olhos ao sentir que os beijos estavam em minha barriga.
- Vamos acordar a mamãe - ele dizia baixinho, dei uma risada e ele olhou para mim. - Opa ! Ela já acordou, vamos dá bom dia para ela.
- Amor ! Assim você vai me fazer chorar.
- Acorda meu amor, vamos tomar café da manhã juntos ?
- Junto com os meus pais e o meu irmão ?
- (risos) Isso ! Faz tempo que não me reuno com eles.
- É verdade ! E o meu irmão tem uma coisa para te falar.
- O que ?
- Você vai saber - disse rindo e selando os seus lábios.
- Estou com fome - fez careta e beijou meu rosto.
- Vamos comer !
Fiz minhas higienes assim como o Luan, e fomos para a cozinha, sentimos o cheirinho do café da minha mãe, e o Luan logo passou a mão na barriga. Na sala encontramos o meu pai e o meu irmão que estava concentrado em seu celular e já pronto para ir á escola, ele ainda fazia ensino médio, estava terminando na verdade.
- Bom dia ! - falou o Luan para os homens que estavam na sala.
- Opa, Luan. Bom dia !
- Lucas, você já pode falar com o seu cunhado, sobre aquele assunto.
- Que assunto ? - perguntou o Luan, sentando no sofá.
- É verdade, vou aproveitar com esse momento que a minha mãe está fazendo o café da manhã. Para falar para o meu cunhado - comecei a rir do jeito ''culto'' do meu irmão falando. - Cara, vou ser direto. Você poderia colocar o nome do meu sobrinho, de Lucas. Eu acho bem interessante esse nome, muito bonito por sinal, e ele tem que ser igual ao tio. Sabe né ?
- (risos) A gente nem sabe se é menino ou menina ainda, cara. Mas eu não pretendo colocar esse nome no meu filho não, caso seja menino. Esse menino é feio.
- Feio ? Vou te mostrar o feio depois.
- Lucas ! - falei assustada com os modos dele.
- Ô cara, assim não né ? - falou o meu pai.
- (risos) Relaxa gente, sei que ele está brincando.
- Crianças, o café está na mesa.
Na cozinha tomamos o café da manhã, em meio a conversas. O meu pai e o Luan se davam muito bem, e eu agradecia por aquilo. Nunca tiveram briguinhas, desentendimentos. O meu pai dizia aquele velho ditado: briga de marido e mulher ninguém mete a colher.
No caso ele quis dizer, que não se meteria na minha relação com o Luan, que eramos adulto e que sabíamos nos resolver caso acontecesse algo em nosso relacionamento.Mas ele sempre alertava o Luan, para que ele não me fizesse sofrer e só me fazer feliz. Aquilo foi dito em mesa também, mas em tom de brincadeira. Deixando o Luan um pouco envergonhado por falar de nossa relação.
- E o casório, cunhado ? - perguntou o Lucas.
- Lucas, vai para a escola. Já está na hora. - falei
- (risos) Cara, o casório sai quando o bebê nascer.
Fiquei surpresa, o Luan ainda não tinha me falado aquele detalhe. Na verdade nunca falavamos de casamento, foi tudo tão rápido entre nós dois, que esquecemos esse importante detalhe da nossa relação. Obviamente, as pessoas falariam se não chegassemos a casar, achariam estranho. Mas concordei com o que o Luan falou em mesa, eu queria esperar o nosso filho nascer, para que assim pudessemos nos casar.
- O que você acha, sogrão ? - perguntou o Luan.
- Bom ! Quando a Laura ficou grávida da Larissa, nós fomos morar juntos. Aquele tempo era assim, engravidou, já teria que morar juntos, casar. Mas hoje em dia, não acontece mais isso, eu acho errado. Engravidar e não está juntos, as pessoas acham isso super normal, eu não. Mas vocês decidem o que fazer da relação, querem casar ? Casem ! Eu apoio totalmente o casamento de vocês. Não querem casar ? Tudo bem ! Não estão preparados para isso, mas saibam que o filho de vocês precisa da união dos dois.
Todos na mesa ficam em silêncio e o meu pai deu uma risada.
- Luan ! Eu só quero que você faça a Larissa feliz, por favor. É só o que eu peço pra você. Não é porque é minha filha, mas ela merece toda a felicidade do mundo. Assim como o meu filho também, quero que ele forme uma família e seja um homem digno.
- Entendi, Paulo. Já dei a minha palavra uma vez. Eu vou fazer a sua filha feliz, muito feliz. Eu posso errar, pode acontecer altos e baixos, como em todo relacionamento, mas eu sempre vou tentar concertar os meus erros e dá o meu melhor para que a nossa relação seja saúdavel e que eu veja todos os dias um sorriso de felicidade e satisfação no rosto da sua filha.
- Conto com você - os dois apertaram as mãos. E eu já estava chorando ao lado do Luan, minha mãe também estava emocionada.
- Caramba ! Está de parabéns, pai - disse o Lucas aplaudindo o nosso pai. - Mas, eu preciso ir para a escola. Vamos ?
- Vamos lá, filho.
Depois do nosso café da manhã, voltamos para o meu quarto, onde o Luan me deixou falando sozinha, enquanto estava no celular, rindo de algo.
- Estou falando com você, Rafael.
- (risos) Desculpa, amor. É os meninos aqui no grupo.
- Posso vê o que estão falando ?
- Nada demais - me mostrou, vi algumas coisas. - Estão zuando o coitado do Baron, vocês não prestam.
- (risos) É bom brincar de vez em quando.
Beijei o rosto do Luan e mordi sua bochecha, ele me olhou um pouco sério e passou a mão no rosto. Eu sabia que ele não gostava quando eu fazia aquilo, mas gostava de ver a sua carinha de sério.
- Já falei, Larissa ! - ele disse emburrado.
- (risos) Você é muito manhoso, menino. Não doeu !
- Deixa eu fazer em você - me olhou levantando a sobrancelha.
- Depois dessa olhada sexy, todo sério. Eu deixo você fazer tudo.
Sem falar nada o Luan me colocou em seu rosto e segurou o meu rosto, a mordida dele era violenta e doía muito, sempre colocava a mão no rosto para que ele não me mordesse.
- Uai, deixa eu fazer. É a minha vez agora.
- Você morde muito forte, amor.
- E você não morde ?
- (risos) Não, Luan !
Ele conseguiu tirar a minha mão do meu rosto e selou os meus lábios, logo em seguida uma mordida forte, tive que puxar o cabelo dele para que parasse, ele iria me deixar sem lábios.
- LUAN !
- Não doí ?
- Eu não mordi na boca.
- Mas é pra você vê que doí.
- Não gostei !
- Ah Meu Deus ! Minha menininha, ficou bravinha - Luan me segurava em seu colo, como se eu fosse uma criança. - Ficou bravinha foi amor ? Amor do Luan !
Tinha começado com suas graças, fazia voz de criança para mim.
- (risos) Que horrível você falando assim.
- Você fala assim comigo, vou falar assim com você também.
- Para de falar assim - selei os seus lábios, várias vezes.
Até virar um beijão, quente, com muita pegada. E ao terminar, ele me olhou sorrindo.
- Você me faz muito feliz - Luan falava olhando em meus olhos.
- Você também me faz muito feliz.
- Vamos acordar a mamãe - ele dizia baixinho, dei uma risada e ele olhou para mim. - Opa ! Ela já acordou, vamos dá bom dia para ela.
- Amor ! Assim você vai me fazer chorar.
- Acorda meu amor, vamos tomar café da manhã juntos ?
- Junto com os meus pais e o meu irmão ?
- (risos) Isso ! Faz tempo que não me reuno com eles.
- É verdade ! E o meu irmão tem uma coisa para te falar.
- O que ?
- Você vai saber - disse rindo e selando os seus lábios.
- Estou com fome - fez careta e beijou meu rosto.
- Vamos comer !
Fiz minhas higienes assim como o Luan, e fomos para a cozinha, sentimos o cheirinho do café da minha mãe, e o Luan logo passou a mão na barriga. Na sala encontramos o meu pai e o meu irmão que estava concentrado em seu celular e já pronto para ir á escola, ele ainda fazia ensino médio, estava terminando na verdade.
- Bom dia ! - falou o Luan para os homens que estavam na sala.
- Opa, Luan. Bom dia !
- Lucas, você já pode falar com o seu cunhado, sobre aquele assunto.
- Que assunto ? - perguntou o Luan, sentando no sofá.
- É verdade, vou aproveitar com esse momento que a minha mãe está fazendo o café da manhã. Para falar para o meu cunhado - comecei a rir do jeito ''culto'' do meu irmão falando. - Cara, vou ser direto. Você poderia colocar o nome do meu sobrinho, de Lucas. Eu acho bem interessante esse nome, muito bonito por sinal, e ele tem que ser igual ao tio. Sabe né ?
- (risos) A gente nem sabe se é menino ou menina ainda, cara. Mas eu não pretendo colocar esse nome no meu filho não, caso seja menino. Esse menino é feio.
- Feio ? Vou te mostrar o feio depois.
- Lucas ! - falei assustada com os modos dele.
- Ô cara, assim não né ? - falou o meu pai.
- (risos) Relaxa gente, sei que ele está brincando.
- Crianças, o café está na mesa.
Na cozinha tomamos o café da manhã, em meio a conversas. O meu pai e o Luan se davam muito bem, e eu agradecia por aquilo. Nunca tiveram briguinhas, desentendimentos. O meu pai dizia aquele velho ditado: briga de marido e mulher ninguém mete a colher.
No caso ele quis dizer, que não se meteria na minha relação com o Luan, que eramos adulto e que sabíamos nos resolver caso acontecesse algo em nosso relacionamento.Mas ele sempre alertava o Luan, para que ele não me fizesse sofrer e só me fazer feliz. Aquilo foi dito em mesa também, mas em tom de brincadeira. Deixando o Luan um pouco envergonhado por falar de nossa relação.
- E o casório, cunhado ? - perguntou o Lucas.
- Lucas, vai para a escola. Já está na hora. - falei
- (risos) Cara, o casório sai quando o bebê nascer.
Fiquei surpresa, o Luan ainda não tinha me falado aquele detalhe. Na verdade nunca falavamos de casamento, foi tudo tão rápido entre nós dois, que esquecemos esse importante detalhe da nossa relação. Obviamente, as pessoas falariam se não chegassemos a casar, achariam estranho. Mas concordei com o que o Luan falou em mesa, eu queria esperar o nosso filho nascer, para que assim pudessemos nos casar.
- O que você acha, sogrão ? - perguntou o Luan.
- Bom ! Quando a Laura ficou grávida da Larissa, nós fomos morar juntos. Aquele tempo era assim, engravidou, já teria que morar juntos, casar. Mas hoje em dia, não acontece mais isso, eu acho errado. Engravidar e não está juntos, as pessoas acham isso super normal, eu não. Mas vocês decidem o que fazer da relação, querem casar ? Casem ! Eu apoio totalmente o casamento de vocês. Não querem casar ? Tudo bem ! Não estão preparados para isso, mas saibam que o filho de vocês precisa da união dos dois.
Todos na mesa ficam em silêncio e o meu pai deu uma risada.
- Luan ! Eu só quero que você faça a Larissa feliz, por favor. É só o que eu peço pra você. Não é porque é minha filha, mas ela merece toda a felicidade do mundo. Assim como o meu filho também, quero que ele forme uma família e seja um homem digno.
- Entendi, Paulo. Já dei a minha palavra uma vez. Eu vou fazer a sua filha feliz, muito feliz. Eu posso errar, pode acontecer altos e baixos, como em todo relacionamento, mas eu sempre vou tentar concertar os meus erros e dá o meu melhor para que a nossa relação seja saúdavel e que eu veja todos os dias um sorriso de felicidade e satisfação no rosto da sua filha.
- Conto com você - os dois apertaram as mãos. E eu já estava chorando ao lado do Luan, minha mãe também estava emocionada.
- Caramba ! Está de parabéns, pai - disse o Lucas aplaudindo o nosso pai. - Mas, eu preciso ir para a escola. Vamos ?
- Vamos lá, filho.
Depois do nosso café da manhã, voltamos para o meu quarto, onde o Luan me deixou falando sozinha, enquanto estava no celular, rindo de algo.
- Estou falando com você, Rafael.
- (risos) Desculpa, amor. É os meninos aqui no grupo.
- Posso vê o que estão falando ?
- Nada demais - me mostrou, vi algumas coisas. - Estão zuando o coitado do Baron, vocês não prestam.
- (risos) É bom brincar de vez em quando.
Beijei o rosto do Luan e mordi sua bochecha, ele me olhou um pouco sério e passou a mão no rosto. Eu sabia que ele não gostava quando eu fazia aquilo, mas gostava de ver a sua carinha de sério.
- Já falei, Larissa ! - ele disse emburrado.
- (risos) Você é muito manhoso, menino. Não doeu !
- Deixa eu fazer em você - me olhou levantando a sobrancelha.
- Depois dessa olhada sexy, todo sério. Eu deixo você fazer tudo.
Sem falar nada o Luan me colocou em seu rosto e segurou o meu rosto, a mordida dele era violenta e doía muito, sempre colocava a mão no rosto para que ele não me mordesse.
- Uai, deixa eu fazer. É a minha vez agora.
- Você morde muito forte, amor.
- E você não morde ?
- (risos) Não, Luan !
Ele conseguiu tirar a minha mão do meu rosto e selou os meus lábios, logo em seguida uma mordida forte, tive que puxar o cabelo dele para que parasse, ele iria me deixar sem lábios.
- LUAN !
- Não doí ?
- Eu não mordi na boca.
- Mas é pra você vê que doí.
- Não gostei !
- Ah Meu Deus ! Minha menininha, ficou bravinha - Luan me segurava em seu colo, como se eu fosse uma criança. - Ficou bravinha foi amor ? Amor do Luan !
Tinha começado com suas graças, fazia voz de criança para mim.
- (risos) Que horrível você falando assim.
- Você fala assim comigo, vou falar assim com você também.
- Para de falar assim - selei os seus lábios, várias vezes.
Até virar um beijão, quente, com muita pegada. E ao terminar, ele me olhou sorrindo.
- Você me faz muito feliz - Luan falava olhando em meus olhos.
- Você também me faz muito feliz.
domingo, 17 de maio de 2015
BRIGA + RECONCILIAÇÃO
Durante o meu almoço com a Michele, o Luan me ligou algumas vezes e eu não lhe atendia, aquilo com certeza já estava lhe deixando mais irritado, mas preferi continuar com o meu almoço. Fiquei um bom tempo no restaurante acompanhada da minha amiga, e quando já estávamos nos preparando para ir embora, vi um movimento estranho na porta do restaurante. Nos levantamos e a Michele concentrada em seu celular, não viu o que eu estava vendo.
- Amiga ! - falei assim que vi algumas pessoas tirando foto com alguém.
- Oi, gata.
- Acho que é o Luan que está entrando no restaurante e tirando foto com aquelas pessoas.
Ela imediatamente olhou para a porta.
- Certeza que é o Luan. Olha lá ele de touca.
- Agora é que vamos embora mesmo.
Respirei fundo e sai em passos largos até a porta. Mas fomos ''barradas'' quando o Wellington nos viu ''fugindo'' do local. Ele pedia para esperarmos.
- Eu já almocei, Wellington.
Senti umas mãos em minha cintura e senti um aperto, eu reconhecia aquele aperto e aquelas mãos. Ele sempre fazia isso.
- Já almoçou ? Já alimentou a nossa criança ? Que bom !
Fiquei de frente para o Luan e lhe encarei, ele deu um sorrisinho de lado e arrumou a sua touca.
- Estou indo embora - falei.
- Fica, uai ! Você não estava brigando por telefone para que eu estivesse aqui ?
- Não estava brigando por telefone para que você estivesse aqui, mas você combinou de almoçar comigo. Mas, eu desmarquei contigo. Por isso pode ficar o quanto quiser, porque EU estou indo embora.
- Amiga, é melhor você ficar e eu vou indo. Fica com o Luan.
- Não, Mi. Vim almoçar com você e vou com você, passamos um tempo ótimo conversando estava precisando disso, e agora estou um pouco cansada - falava olhando fixamente para os olhos do Luan.
- Tudo bem ! Quer ir ? Vai lá - ele disse.
Apertou novamente a minha cintura, me deu um beijo no rosto e me deu as costas, indo até a mesa que o garçom e o Wellington já estavam. Sai enfurecida do restaurante, entrando no carro da minha amiga.
- Você viu o que ele fez ?
- Deveria ter ficado, amiga.
- Eu iria matá-lo. Hoje o Luan está insuportável. Depois ele vem me procurar, vou falar um monte de coisa que está aqui na minha garganta.
- Eu acho que isso não faz bem para o seu bebê, portanto muita calma nessa hora. Para onde você quer ir ? Seu apartamento ou a casa da sua mãe ?
- Eu preciso da minha mãe nesse momento.
Michele me deixou na casa dos meus pais, e por lá só encontrei a minha mãe e o meu irmão, o pai estava resolvendo alguns problemas de seu trabalho, porém nada grave. Na verdade, a minha mãe estava dormindo. Fiquei na sala olhando o meu irmão jogar vídeo-game, estava em meus pensamentos, quando tomei um susto com o meu irmão gritando ''GOL''.
- Isso me faz perder o seu sobrinho - disse com a mão no peito.
- Desculpa, mana. Fiquei empolgado aqui. Mas e aí, como está esse bebê aí ? - perguntou após pausar o jogo e se aproximar de mim, colocando a mão em minha barriga.
- Está bem
- Graças a Deus ! Já sabe se é menino ou menina ?
- Irei saber mês que vem.
- Estou ansioso ! Quero que seja menino.
- (risos) Acho que todos querem que seja um menino.
- Já sabe o nome que irá colocar ? Caso seja menino ?
- Ainda não, tenho que conversar com o Luan.
- Coloca Lucas em homenagem ao seu irmão - ele me fez rir.
- (risos) Fala isso para o seu cunhado.
- Irei contar na próxima vez que ele vim aqui em casa. Ele está brigado com alguém daqui ? Nunca mais o vi.
- Não ! É apenas o trabalho dele que anda bem corrido, o Luan está vendo como anda os ajustes do seu novo DVD. Acho que ele vem por aqui hoje.
- Então hoje eu dou a ideia para ele.
- Quero só vê mesmo o que o Luan irá dizer sobre esse nome no filho dele.
- Ele vai gostar tenho certeza, esse é o nome mais lindo.
- Convencido !
Continuei conversando com o meu irmão sobre a sua namorada, sobre relacionamentos e tantas outras coisas. Fazia tempo que não parava para conversar com o meu irmão, eu sentia saudades de suas brincadeiras, dos seus dramas e até dos seus gritos pedindo que a mãe me castigasse quando eu tirava ele do sério, ou até mesmo quando eu quebrava sem querer algo que era dele.
Já era fim de tarde quando a minha mãe apareceu na sala e ficou surpresa ao me vê:
- Que milagre você por aqui, minha filha - beijou a minha cabeça e logo sentou-se ao meu lado. Eu continuava na sala, deitada no sofá desde a hora que tinha chegado.
- Oi, mãe - beijei o seu rosto. - Dormiu a tarde inteira, está doente ?
- Só com uma preguicinha, hoje não fui trabalhar.
- Folga ?
- Para a minha felicidade, sim. O seu pai já chegou ?
- Ainda não !
- Cadê o Lucas ?
- Foi para o quarto conversar com a namorada.
Não demorou muito para que o meu pai chegasse e todos se reunisse para jantar. Todo instante ficava olhando o meu celular, esperando uma mensagem ou uma ligação do Luan, mas nada. Provavelmente ainda estava chateado.
- Filha, como anda o seu relacionamento com o Luan ? - perguntou o meu pai.
- Uma briguinha ali, uma briguinha aqui, mas estamos caminhando.
- Brigas sempre existe em relacionamento, mas não deixem que isso façam vocês se separarem, estão formando uma família.
- Não vamos deixar isso nos separar.
- E o meu neto ?
- O senhor nem sabe se é menino.
- Eu sinto isso, rapaz.
- Esses homens sentem tantas coisas não é ? O meu sogro fala que é menino, o Luan, o meu irmão e até o senhor diz que é menino. Então já posso comprar o enxoval.
- Isso mesmo, o enxoval do Palmeiras.
- (risos) O seu genro não vai deixar ele usar uma camisa do Palmeiras, se acostuma pai.
- Coloca escondido.
Já era madrugada quando conversava com a Michele sobre enxovais, chá de fraldas, até falamos de casamento, mas isso era bem no futuro. Tomei um susto com uma mensagem do Luan, fui logo responder.
(...) Acordada essa hora, fazendo o que ?!
(...) Conversando com a Michele e você fazendo o que ?
(...) Não consigo dormir cedo :/
(...) Eu sei ! Quer conversar ?
(...) Vou te ligar !
O Luan me ligou e eu prometi não começar uma briga de novo por telefone. Atendi e ele já foi falando disparadamente, pedindo desculpas.
- Fiquei chateada com você, mas eu te desculpo.
- De verdade, amor ? Não queria ser grosso com você, só estava estressado com tanta coisa e acabei descontando em você. Me perdoa mesmo !
- Tudo bem, Lu. Já te perdoei !
- Podemos passar o dia juntos amanhã ?
- Hoje no caso, poderíamos sim. Você vem aqui ?
- O seu pai pode brigar.
- Ele vai está trabalhando. Vem !
- Eu vou, estou indo agora.
- Agora ?
- É agora ! Me espera, que eu já estou chegando.
- Luan é perigoso.
- Eu vou devagar - rimos.
- Seu besta ! Estou falando das ruas perigosas, semáforos e tal. Fica em casa e
mais tarde você vem.
- Minha casa não é tão longe da sua, eu vou. Quero dormir com você.
- Luan !
- Me espera !
Ele desligou e eu fiquei pensando se ele realmente iria aparecer em minha casa, ás 02:00 da manhã. Me levantei, arrumei um pouco meu quarto e coloquei uma outra camisola, também passei mais hidratante em meu corpo e fui para a sala.
Contei no relógio 15 minutos, foi então que o meu celular tocou novamente, era o Luan dizendo que estava em frente a minha casa e que precisava guardar o carro. Como a garagem da minha casa cabia mais um carro, abri tentando fazer o mínimo de silêncio, e ele pôde guardar o seu carrão ali.
- Você é maluco ! - falei quando lhe vi saindo do carro.
- Filha ! - escutei a voz do meu pai.
- E agora ? - perguntou o Luan com cara de assustado.
- Relaxa ! Oi pai.
- Ah ! Luan por aqui essa hora ? E aí - meu pai se aproximou do Luan que estava sem graça, os dois apertaram as mãos.
- É, vim aqui visitar sua filha de madrugada - falou rindo.
- Vai dormir aqui ?
- Ele vai dormir sim, pai.
- Cuidado, crianças. Vou voltar a dormir !
O meu pai foi para o seu quarto, enquanto eu e o Luan ficamos na sala conversando. Na verdade trocávamos mais carinhos, do que falava alguma coisa.
- Vamos para o seu quarto ? - perguntou sussurrando em meu ouvido.
- Estamos na casa dos meus pais, eu acho...
- Xii ! Não é nada do que você está pensando. Só quero ficar deitadinho com você.
- Vamos ! Sem fazer barulho
- Eu posso garantir que não vou fazer barulho, agora já eu não respondo por você.
- Luan ! Depois não é nada do que eu estou pensando ?
- (risos) É brincadeira, Larissa.
- Está muito saliente.
- Só com você, amor.
Entramos em meu quarto e o Luan já foi tirando a sua camisa e se jogando na minha cama, estava todo esparramado sobre a minha cama.
- Nossa ! Tenho um namorado muito folgado.
- Vamos dormir juntinhos. Estava morrendo disso, meu amor.
Deitei ao lado do Luan e ficamos de frente um para o outro.
- Eu já estou perdoado mesmo ?
- Se não estivesse eu nem teria aberto a porta pra você.
- Você não faria isso.
- Faria ! - falei rindo.
- (risos) Você não é tão má, Larissa.
- Você que pensa.
- Amor, você está grávida. Não pode ficar falando isso para o seu pai do seu bebê não.
- Uai, porque não ?
- Ele sente, vai que ele nasce com raiva de mim.
- (risos) Claro que isso não vai acontecer.
- Espero ! Quero ser o melhor pra ele.
- Você vai ser, eu tenho certeza disso.
E ficamos namorando, um climinha gostoso. Minha mãe sempre dizia que quando um casal está muito apaixonado, esquece de qualquer coisa, das palavras que soltaram sem querer e que magoou um ou outro, ou de tantas outras coisas que foram feitas e fez com que o coração ficasse triste.
Naquele momento eu comprovei que tudo o que minha mãe dizia era verdade. Parecia que nem tinha acontecido uma discussão entre nós dois. Tudo estava tranquilo entre nós novamente.
Luan adormeceu com a cabeça em meu peito, e eu fiquei mexendo em seu cabelo, fiquei um bom tempo daquele jeito, pensando em nós dois e de como seria quando eu desse a luz aquela criança que já era tão amada por todos da família.
- Amiga ! - falei assim que vi algumas pessoas tirando foto com alguém.
- Oi, gata.
- Acho que é o Luan que está entrando no restaurante e tirando foto com aquelas pessoas.
Ela imediatamente olhou para a porta.
- Certeza que é o Luan. Olha lá ele de touca.
- Agora é que vamos embora mesmo.
Respirei fundo e sai em passos largos até a porta. Mas fomos ''barradas'' quando o Wellington nos viu ''fugindo'' do local. Ele pedia para esperarmos.
- Eu já almocei, Wellington.
Senti umas mãos em minha cintura e senti um aperto, eu reconhecia aquele aperto e aquelas mãos. Ele sempre fazia isso.
- Já almoçou ? Já alimentou a nossa criança ? Que bom !
Fiquei de frente para o Luan e lhe encarei, ele deu um sorrisinho de lado e arrumou a sua touca.
- Estou indo embora - falei.
- Fica, uai ! Você não estava brigando por telefone para que eu estivesse aqui ?
- Não estava brigando por telefone para que você estivesse aqui, mas você combinou de almoçar comigo. Mas, eu desmarquei contigo. Por isso pode ficar o quanto quiser, porque EU estou indo embora.
- Amiga, é melhor você ficar e eu vou indo. Fica com o Luan.
- Não, Mi. Vim almoçar com você e vou com você, passamos um tempo ótimo conversando estava precisando disso, e agora estou um pouco cansada - falava olhando fixamente para os olhos do Luan.
- Tudo bem ! Quer ir ? Vai lá - ele disse.
Apertou novamente a minha cintura, me deu um beijo no rosto e me deu as costas, indo até a mesa que o garçom e o Wellington já estavam. Sai enfurecida do restaurante, entrando no carro da minha amiga.
- Você viu o que ele fez ?
- Deveria ter ficado, amiga.
- Eu iria matá-lo. Hoje o Luan está insuportável. Depois ele vem me procurar, vou falar um monte de coisa que está aqui na minha garganta.
- Eu acho que isso não faz bem para o seu bebê, portanto muita calma nessa hora. Para onde você quer ir ? Seu apartamento ou a casa da sua mãe ?
- Eu preciso da minha mãe nesse momento.
Michele me deixou na casa dos meus pais, e por lá só encontrei a minha mãe e o meu irmão, o pai estava resolvendo alguns problemas de seu trabalho, porém nada grave. Na verdade, a minha mãe estava dormindo. Fiquei na sala olhando o meu irmão jogar vídeo-game, estava em meus pensamentos, quando tomei um susto com o meu irmão gritando ''GOL''.
- Isso me faz perder o seu sobrinho - disse com a mão no peito.
- Desculpa, mana. Fiquei empolgado aqui. Mas e aí, como está esse bebê aí ? - perguntou após pausar o jogo e se aproximar de mim, colocando a mão em minha barriga.
- Está bem
- Graças a Deus ! Já sabe se é menino ou menina ?
- Irei saber mês que vem.
- Estou ansioso ! Quero que seja menino.
- (risos) Acho que todos querem que seja um menino.
- Já sabe o nome que irá colocar ? Caso seja menino ?
- Ainda não, tenho que conversar com o Luan.
- Coloca Lucas em homenagem ao seu irmão - ele me fez rir.
- (risos) Fala isso para o seu cunhado.
- Irei contar na próxima vez que ele vim aqui em casa. Ele está brigado com alguém daqui ? Nunca mais o vi.
- Não ! É apenas o trabalho dele que anda bem corrido, o Luan está vendo como anda os ajustes do seu novo DVD. Acho que ele vem por aqui hoje.
- Então hoje eu dou a ideia para ele.
- Quero só vê mesmo o que o Luan irá dizer sobre esse nome no filho dele.
- Ele vai gostar tenho certeza, esse é o nome mais lindo.
- Convencido !
Continuei conversando com o meu irmão sobre a sua namorada, sobre relacionamentos e tantas outras coisas. Fazia tempo que não parava para conversar com o meu irmão, eu sentia saudades de suas brincadeiras, dos seus dramas e até dos seus gritos pedindo que a mãe me castigasse quando eu tirava ele do sério, ou até mesmo quando eu quebrava sem querer algo que era dele.
Já era fim de tarde quando a minha mãe apareceu na sala e ficou surpresa ao me vê:
- Que milagre você por aqui, minha filha - beijou a minha cabeça e logo sentou-se ao meu lado. Eu continuava na sala, deitada no sofá desde a hora que tinha chegado.
- Oi, mãe - beijei o seu rosto. - Dormiu a tarde inteira, está doente ?
- Só com uma preguicinha, hoje não fui trabalhar.
- Folga ?
- Para a minha felicidade, sim. O seu pai já chegou ?
- Ainda não !
- Cadê o Lucas ?
- Foi para o quarto conversar com a namorada.
Não demorou muito para que o meu pai chegasse e todos se reunisse para jantar. Todo instante ficava olhando o meu celular, esperando uma mensagem ou uma ligação do Luan, mas nada. Provavelmente ainda estava chateado.
- Filha, como anda o seu relacionamento com o Luan ? - perguntou o meu pai.
- Uma briguinha ali, uma briguinha aqui, mas estamos caminhando.
- Brigas sempre existe em relacionamento, mas não deixem que isso façam vocês se separarem, estão formando uma família.
- Não vamos deixar isso nos separar.
- E o meu neto ?
- O senhor nem sabe se é menino.
- Eu sinto isso, rapaz.
- Esses homens sentem tantas coisas não é ? O meu sogro fala que é menino, o Luan, o meu irmão e até o senhor diz que é menino. Então já posso comprar o enxoval.
- Isso mesmo, o enxoval do Palmeiras.
- (risos) O seu genro não vai deixar ele usar uma camisa do Palmeiras, se acostuma pai.
- Coloca escondido.
Já era madrugada quando conversava com a Michele sobre enxovais, chá de fraldas, até falamos de casamento, mas isso era bem no futuro. Tomei um susto com uma mensagem do Luan, fui logo responder.
(...) Acordada essa hora, fazendo o que ?!
(...) Conversando com a Michele e você fazendo o que ?
(...) Não consigo dormir cedo :/
(...) Eu sei ! Quer conversar ?
(...) Vou te ligar !
O Luan me ligou e eu prometi não começar uma briga de novo por telefone. Atendi e ele já foi falando disparadamente, pedindo desculpas.
- Fiquei chateada com você, mas eu te desculpo.
- De verdade, amor ? Não queria ser grosso com você, só estava estressado com tanta coisa e acabei descontando em você. Me perdoa mesmo !
- Tudo bem, Lu. Já te perdoei !
- Podemos passar o dia juntos amanhã ?
- Hoje no caso, poderíamos sim. Você vem aqui ?
- O seu pai pode brigar.
- Ele vai está trabalhando. Vem !
- Eu vou, estou indo agora.
- Agora ?
- É agora ! Me espera, que eu já estou chegando.
- Luan é perigoso.
- Eu vou devagar - rimos.
- Seu besta ! Estou falando das ruas perigosas, semáforos e tal. Fica em casa e
mais tarde você vem.
- Minha casa não é tão longe da sua, eu vou. Quero dormir com você.
- Luan !
- Me espera !
Ele desligou e eu fiquei pensando se ele realmente iria aparecer em minha casa, ás 02:00 da manhã. Me levantei, arrumei um pouco meu quarto e coloquei uma outra camisola, também passei mais hidratante em meu corpo e fui para a sala.
Contei no relógio 15 minutos, foi então que o meu celular tocou novamente, era o Luan dizendo que estava em frente a minha casa e que precisava guardar o carro. Como a garagem da minha casa cabia mais um carro, abri tentando fazer o mínimo de silêncio, e ele pôde guardar o seu carrão ali.
- Você é maluco ! - falei quando lhe vi saindo do carro.
- Filha ! - escutei a voz do meu pai.
- E agora ? - perguntou o Luan com cara de assustado.
- Relaxa ! Oi pai.
- Ah ! Luan por aqui essa hora ? E aí - meu pai se aproximou do Luan que estava sem graça, os dois apertaram as mãos.
- É, vim aqui visitar sua filha de madrugada - falou rindo.
- Vai dormir aqui ?
- Ele vai dormir sim, pai.
- Cuidado, crianças. Vou voltar a dormir !
O meu pai foi para o seu quarto, enquanto eu e o Luan ficamos na sala conversando. Na verdade trocávamos mais carinhos, do que falava alguma coisa.
- Vamos para o seu quarto ? - perguntou sussurrando em meu ouvido.
- Estamos na casa dos meus pais, eu acho...
- Xii ! Não é nada do que você está pensando. Só quero ficar deitadinho com você.
- Vamos ! Sem fazer barulho
- Eu posso garantir que não vou fazer barulho, agora já eu não respondo por você.
- Luan ! Depois não é nada do que eu estou pensando ?
- (risos) É brincadeira, Larissa.
- Está muito saliente.
- Só com você, amor.
Entramos em meu quarto e o Luan já foi tirando a sua camisa e se jogando na minha cama, estava todo esparramado sobre a minha cama.
- Nossa ! Tenho um namorado muito folgado.
- Vamos dormir juntinhos. Estava morrendo disso, meu amor.
Deitei ao lado do Luan e ficamos de frente um para o outro.
- Eu já estou perdoado mesmo ?
- Se não estivesse eu nem teria aberto a porta pra você.
- Você não faria isso.
- Faria ! - falei rindo.
- (risos) Você não é tão má, Larissa.
- Você que pensa.
- Amor, você está grávida. Não pode ficar falando isso para o seu pai do seu bebê não.
- Uai, porque não ?
- Ele sente, vai que ele nasce com raiva de mim.
- (risos) Claro que isso não vai acontecer.
- Espero ! Quero ser o melhor pra ele.
- Você vai ser, eu tenho certeza disso.
E ficamos namorando, um climinha gostoso. Minha mãe sempre dizia que quando um casal está muito apaixonado, esquece de qualquer coisa, das palavras que soltaram sem querer e que magoou um ou outro, ou de tantas outras coisas que foram feitas e fez com que o coração ficasse triste.
Naquele momento eu comprovei que tudo o que minha mãe dizia era verdade. Parecia que nem tinha acontecido uma discussão entre nós dois. Tudo estava tranquilo entre nós novamente.
Luan adormeceu com a cabeça em meu peito, e eu fiquei mexendo em seu cabelo, fiquei um bom tempo daquele jeito, pensando em nós dois e de como seria quando eu desse a luz aquela criança que já era tão amada por todos da família.
terça-feira, 12 de maio de 2015
LEVOU UM BOLO
Dormi na casa do Luan para irmos juntos ao consultório, iriamos saber se estava tudo certo com o nosso bebê. Acordei primeiro que o Luan e já fui me arrumando, enquanto ele estava dormindo e parecia que seria dificil acordar. Mas foi dizer que já estava na hora de ouvir o coração do filho ou da filha, que ele se levantou em um pulo.
A mãe do Luan pediu muito para ir conosco e aceitamos a sua companhia, já a minha mãe estava indo para o consultório nos esperar. Todos queriam ouvir o coração do bebê, que se tornou o mais esperado.
Seguimos á caminho do consultório e chegando lá, encontramos a minha mãe e entramos na sala do doutor. Ele me fez uma série de perguntas e me recomendou umas outras coisas.
- Agora vamos para a parte mais esperada do papai - o doutor falou.
Me deitei em uma maca e o doutor já começou o procedimento, Luan estava em minha frente e me olhava o tempo inteiro. Ele fazia gestos com a mão, avisando que o seu coração estava acelerado.
- O papai está com o coração acelerado - disse para o doutor que logo olhou para o Luan.
- (risos) Calma, Luan. Não vai ter um infarto aqui, rapaz.
- Deus me livre, doutor - Marizete falou. - Estamos ansiosos !
- Estou brincando !
E já estávamos ouvindo o coração do nosso bebê. Era dificil de ver o meu namorado emocionado, mas ele ficou muito emocionado ao ouvir e ver a ultra.
- Coração acelerado igual ao pai - disse a minha mãe e todos riram.
- Está ótimo ! Eu só recomendo não praticar exercícios fisícos durante esses três primeiros meses, pois foi encontrado um pequeno descolamento.
- É grave doutor ? - perguntou o Luan.
- Não ! Apesar da gravidez não ser uma doença, até o terceiro mês é recomendável certos cuidados. Agora vou mostrar aqui o neném pra vocês.
Apareceu o nosso bebê na tela, uma bolinha branca dentro de uma outra diferente, uma bola preta, como o Luan disse.
- Como eu disse na primeira consulta, é só um. A gravidez está com o desenvolvimento normal. Enfim, é só não fazer muito esforço. Fazia algum exercício ?
- Fazia !
- Se deixar ela pega peso, doutor. Reclama com ela ! - o Luan alertou o doutor.
- Não pode mais, Larissa. Se não pode ter um aborto espontâneo.
- Tudo bem, irei parar.
- Pode levar uma vida normal - o doutor falava, enquanto retirava um gel da minha barriga.
- Mas sem esforços !
- Isso, o Luan já sabe vai pegar no seu pé.
- Nem fala, vai pegar no meu pé mesmo.
Saímos do consultório felizes em saber que estava tudo tranquilo com o nosso bebê, mas também um pouco preocupados com esse ''descolamento'' que o doutor tinha citado.
- Mas é como o doutor disse, minha filha. Vida normal,mas sem exageros.
- É amor, eu não vou te deixar pegar na pesado, nem ir na academia, fazer nada. Ah ! E nem usar saltos, com certeza faz um esforço danado ali em cima - ri do meu namorado todo preocupado.
- Resumindo, o Luan realmente não vai te deixar fazer nada.
- (risos) Dona Marizete, sofro com esse seu filho. Mas eu o amo muito, e estou amando mais ainda essa mimação toda comigo.
Chegando perto da casa dos meus pais,o Luan já olhou para mim:
- Vai ficar aqui ou vai comigo ?
- Vou ficar, amor. Amanhã eu pego as minhas coisas na sua casa. Mas eu preciso ficar aqui um pouquinho com a minha mãe. Estou carente de seus carinhos.
- Ah ! Que linda, eu também estou carente de dá carinhos para você, minha filha.
- Quanto amor entre minha sogra e a minha namorada.
Me despedi do Luan e da Marizete e fui para a casa dos meus pais. Eu sempre ficava nessa, meu apartamento e a casa dos meus pais. Mas gostava mais dali, da casa deles. Pois eu tinha companhia para conversar ou fazer alguma coisa. Em meu apartamento eu sempre estava sozinha. Meu pai sempre pedia para que eu vendesse. Mas ás vezes era bom está sozinha, por isso corria para lá, e quando combinava de dormir com o Luan fora da sua casa, íamos para o meu apartamento e nos curtíamos muito.
O Luan naquele dia tinha ido para o estúdio do Dudu Borges, eles estavam finalizando algumas coisas do DVD, e o Luan sempre me mandava áudios, mostrando como estava ficando todo o seu sonho. Pela madrugada, começamos a conversar por áudio.
- Amor, vamos almoçar juntos amanhã ?
- Claro, vamos sim - lhe respondi contente. - Faz tempo que a gente não faz isso.
- Nada disso, almoçamos juntos sempre que estamos juntos - disse rindo.
- Estou falando de ir em algum restaurante, acho romântico.
- (risos) Então amanhã eu te pego de 12h ?
- Você vai conseguir acordar ? - brinquei.
- Vou sim, quero almoçar com a minha gravidinha linda.
- Então combinado !
Escutei uma risada de homem ao fundo.
- Onde você está ?
- Ainda no Dudu, acho que vou dormir por aqui.
- Nossa ! Tanto trabalho assim ?
- Pois é, muito trabalho. Estou bem cansado.
- Vai descansar, amor. Espero te encontrar amanhã para o nosso almoço.
- Eu não vou faltar, estou dando a minha palavra.
Conversamos mais um pouco e eu acabei dormindo com o som de sua voz.
- Larissa, vai na frente. Daqui a pouco eu chego lá ! - Luan dizia por telefone, estava com mau humor terrível, e eu odiava o jeito que era tratada quando ele estava daquele jeito.
- Você disse que ia passar por aqui.
- Eu disse ! Mas não vai dá para passar. Vai na frente !
- E eu ficar no restaurante feito uma idiota te esperando ? Não ! Eu vou esperar você aqui.
- Cara, o restaurante é quase perto da sua casa. Vai indo, eu ainda estou no estúdio finalizando esse DVD. E você deve está com fome.
- Mas combinamos de almoçarmos juntos, se eu for agora para o restaurante eu vou acabar almoçando antes de você. Então passe aqui quando terminar o que está fazendo.
- Não tem problema se você comer primeiro que eu, vai indo.
- Vamos fazer assim, eu não vou mais almoçar com você e nem combinar nada contigo. Pois sempre que combino algo com você, inventa coisas. Então eu cansei ! Vou almoçar com as minhas amigas é bem melhor - depois de dizer aquilo, pensei no que disse.
- Porra, Larissa ! Eu estou em um estúdio, você sabe que eu tenho um monte de trabalho por aqui. Mas se você quiser ir almoçar com suas amigas, melhor ainda. Assim não enche mais o meu saco. Estou sem paciência. Depois te ligo !
E assim que terminou de falar, desligou na minha cara.
Eu queria ter a coragem que ele tem ao desligar na cara de uma pessoa, mas eu não consigo fazer isso e acabo sempre sofrendo, pois falo o que não devo e escuto coisas que os meus ouvidos e o meu coração não querem ouvir. Complicado !
Mas já que estava arrumada e que realmente as minhas amigas tinham me chamado para almoçarmos juntas. Liguei para a Michele,que não demorou muito para passar em minha casa, já que estava de carro, e fomos almoçar juntas.
O caminho até o restaurante eu estava em silêncio, o que deixou a Michele bem incomodada, fazendo milhões de perguntas.
- Michele, depois eu conto.
- Não ! Você veio o caminho todo sem falar nada. Brigou com o Luan ?
- Briguei !
- Ah Meu Deus ! O que foi dessa vez ? O que ele aprontou ou o que você aprontou ?
- Ele quem aprontou comigo.
Contei sobre a ligação que tive pouco antes dela passar em minha casa.
A mãe do Luan pediu muito para ir conosco e aceitamos a sua companhia, já a minha mãe estava indo para o consultório nos esperar. Todos queriam ouvir o coração do bebê, que se tornou o mais esperado.
Seguimos á caminho do consultório e chegando lá, encontramos a minha mãe e entramos na sala do doutor. Ele me fez uma série de perguntas e me recomendou umas outras coisas.
- Agora vamos para a parte mais esperada do papai - o doutor falou.
Me deitei em uma maca e o doutor já começou o procedimento, Luan estava em minha frente e me olhava o tempo inteiro. Ele fazia gestos com a mão, avisando que o seu coração estava acelerado.
- O papai está com o coração acelerado - disse para o doutor que logo olhou para o Luan.
- (risos) Calma, Luan. Não vai ter um infarto aqui, rapaz.
- Deus me livre, doutor - Marizete falou. - Estamos ansiosos !
- Estou brincando !
E já estávamos ouvindo o coração do nosso bebê. Era dificil de ver o meu namorado emocionado, mas ele ficou muito emocionado ao ouvir e ver a ultra.
- Coração acelerado igual ao pai - disse a minha mãe e todos riram.
- Está ótimo ! Eu só recomendo não praticar exercícios fisícos durante esses três primeiros meses, pois foi encontrado um pequeno descolamento.
- É grave doutor ? - perguntou o Luan.
- Não ! Apesar da gravidez não ser uma doença, até o terceiro mês é recomendável certos cuidados. Agora vou mostrar aqui o neném pra vocês.
Apareceu o nosso bebê na tela, uma bolinha branca dentro de uma outra diferente, uma bola preta, como o Luan disse.
- Como eu disse na primeira consulta, é só um. A gravidez está com o desenvolvimento normal. Enfim, é só não fazer muito esforço. Fazia algum exercício ?
- Fazia !
- Se deixar ela pega peso, doutor. Reclama com ela ! - o Luan alertou o doutor.
- Não pode mais, Larissa. Se não pode ter um aborto espontâneo.
- Tudo bem, irei parar.
- Pode levar uma vida normal - o doutor falava, enquanto retirava um gel da minha barriga.
- Mas sem esforços !
- Isso, o Luan já sabe vai pegar no seu pé.
- Nem fala, vai pegar no meu pé mesmo.
Saímos do consultório felizes em saber que estava tudo tranquilo com o nosso bebê, mas também um pouco preocupados com esse ''descolamento'' que o doutor tinha citado.
- Mas é como o doutor disse, minha filha. Vida normal,mas sem exageros.
- É amor, eu não vou te deixar pegar na pesado, nem ir na academia, fazer nada. Ah ! E nem usar saltos, com certeza faz um esforço danado ali em cima - ri do meu namorado todo preocupado.
- Resumindo, o Luan realmente não vai te deixar fazer nada.
- (risos) Dona Marizete, sofro com esse seu filho. Mas eu o amo muito, e estou amando mais ainda essa mimação toda comigo.
Chegando perto da casa dos meus pais,o Luan já olhou para mim:
- Vai ficar aqui ou vai comigo ?
- Vou ficar, amor. Amanhã eu pego as minhas coisas na sua casa. Mas eu preciso ficar aqui um pouquinho com a minha mãe. Estou carente de seus carinhos.
- Ah ! Que linda, eu também estou carente de dá carinhos para você, minha filha.
- Quanto amor entre minha sogra e a minha namorada.
Me despedi do Luan e da Marizete e fui para a casa dos meus pais. Eu sempre ficava nessa, meu apartamento e a casa dos meus pais. Mas gostava mais dali, da casa deles. Pois eu tinha companhia para conversar ou fazer alguma coisa. Em meu apartamento eu sempre estava sozinha. Meu pai sempre pedia para que eu vendesse. Mas ás vezes era bom está sozinha, por isso corria para lá, e quando combinava de dormir com o Luan fora da sua casa, íamos para o meu apartamento e nos curtíamos muito.
O Luan naquele dia tinha ido para o estúdio do Dudu Borges, eles estavam finalizando algumas coisas do DVD, e o Luan sempre me mandava áudios, mostrando como estava ficando todo o seu sonho. Pela madrugada, começamos a conversar por áudio.
- Amor, vamos almoçar juntos amanhã ?
- Claro, vamos sim - lhe respondi contente. - Faz tempo que a gente não faz isso.
- Nada disso, almoçamos juntos sempre que estamos juntos - disse rindo.
- Estou falando de ir em algum restaurante, acho romântico.
- (risos) Então amanhã eu te pego de 12h ?
- Você vai conseguir acordar ? - brinquei.
- Vou sim, quero almoçar com a minha gravidinha linda.
- Então combinado !
Escutei uma risada de homem ao fundo.
- Onde você está ?
- Ainda no Dudu, acho que vou dormir por aqui.
- Nossa ! Tanto trabalho assim ?
- Pois é, muito trabalho. Estou bem cansado.
- Vai descansar, amor. Espero te encontrar amanhã para o nosso almoço.
- Eu não vou faltar, estou dando a minha palavra.
Conversamos mais um pouco e eu acabei dormindo com o som de sua voz.
- Larissa, vai na frente. Daqui a pouco eu chego lá ! - Luan dizia por telefone, estava com mau humor terrível, e eu odiava o jeito que era tratada quando ele estava daquele jeito.
- Você disse que ia passar por aqui.
- Eu disse ! Mas não vai dá para passar. Vai na frente !
- E eu ficar no restaurante feito uma idiota te esperando ? Não ! Eu vou esperar você aqui.
- Cara, o restaurante é quase perto da sua casa. Vai indo, eu ainda estou no estúdio finalizando esse DVD. E você deve está com fome.
- Mas combinamos de almoçarmos juntos, se eu for agora para o restaurante eu vou acabar almoçando antes de você. Então passe aqui quando terminar o que está fazendo.
- Não tem problema se você comer primeiro que eu, vai indo.
- Vamos fazer assim, eu não vou mais almoçar com você e nem combinar nada contigo. Pois sempre que combino algo com você, inventa coisas. Então eu cansei ! Vou almoçar com as minhas amigas é bem melhor - depois de dizer aquilo, pensei no que disse.
- Porra, Larissa ! Eu estou em um estúdio, você sabe que eu tenho um monte de trabalho por aqui. Mas se você quiser ir almoçar com suas amigas, melhor ainda. Assim não enche mais o meu saco. Estou sem paciência. Depois te ligo !
E assim que terminou de falar, desligou na minha cara.
Eu queria ter a coragem que ele tem ao desligar na cara de uma pessoa, mas eu não consigo fazer isso e acabo sempre sofrendo, pois falo o que não devo e escuto coisas que os meus ouvidos e o meu coração não querem ouvir. Complicado !
Mas já que estava arrumada e que realmente as minhas amigas tinham me chamado para almoçarmos juntas. Liguei para a Michele,que não demorou muito para passar em minha casa, já que estava de carro, e fomos almoçar juntas.
O caminho até o restaurante eu estava em silêncio, o que deixou a Michele bem incomodada, fazendo milhões de perguntas.
- Michele, depois eu conto.
- Não ! Você veio o caminho todo sem falar nada. Brigou com o Luan ?
- Briguei !
- Ah Meu Deus ! O que foi dessa vez ? O que ele aprontou ou o que você aprontou ?
- Ele quem aprontou comigo.
Contei sobre a ligação que tive pouco antes dela passar em minha casa.
domingo, 3 de maio de 2015
TODOS JÁ SABEM
Larissa, tinha dormido em meus braços, lindamente. Fiquei observando o seu rosto de boneca, a sua boca. E lembrei da primeira vez que lhe vi, tão diferente, usando óculos, um pouco desarrumada. Não sentia interesse nenhum de namorá-la um dia, ou até mesmo ter um filho com ela. Mas percebi que o destino sempre muda algo em nossas vidas.
Me fez reencontrá-la e enxergar a sua verdadeira beleza. Tão doce e sincera, carinhosa e firme nas suas decisões e atitudes. O que me fez se apaixonar loucamente por ela. Sim ! É ela a mulher da minha vida, e eu não penso jamais magoá-la e tirar o seu sorriso lindo, que está sempre estampado em seu rosto.
Por mais que ela estivesse grávida e que as pessoas julgassem esse ato antes do casamento, ainda não era a hora de casarmos. Ela tinha outros planos e eu tinha os meus.
Naquela mesma semana, a Larissa resolveu fazer a sua primeira tatuagem. Ela sempre comentava comigo o que queria fazer e onde queria fazer, mas nunca tinha coragem. Em um dia que estava de folga, Larissa pediu que eu a levasse até o meu tatuador. Empolgado, levei a minha namorada, já preparando a filmagem.
- Você não vai filmar nada - ela disse, dentro do carro quando estávamos indo.
- Claro que vou filmar.
- Amor ! Dói tanto assim ?
- Dependo do lugar. Vai ser no braço mesmo ?
- Sim, eu aguento. Sou forte, firme.
- É assim que se fala, minha gravidinha. Mas não vai prejudicar o bebê não ?
- Não, não prejudica.
Chegamos em meu tatuador e ela não largava de mim, sentia que estava nervosa e aquilo era engraçado. Larissa conversou com o tatuador, mostrou o que queria tatuar e o lugar. E já se preparou.
Ela resolveu tatuar uma frase inglês que a sua mãe lhe ensinou quando era mais nova. Larissa chorou na cadeira do tatuador, ela dizia que não era nada suportável aquela dor.
Os seus pais ficaram surpresos quando viram aquela tatuagem, a Dona Laura emocionada por ter sido uma coisa que ensinou a filha quando criança e que ela tem na memória até hoje, o meu sogro, não gostou muito da ideia de vê a filha tatuada, mas não lhe julgou por aquilo.
(...)
- Luan ! O que foi isso que você postou menino ? - Larissa perguntava.
Estávamos em uma cidade próximo a São Paulo, teria um pocket show em um hotel
. Inclusive estávamos hospedados nesse hotel. Tinha acabado de postar uma foto da Larissa e comunicando aos meus fãs sobre a sua gravidez.
- Nada demais, amor - falei rindo, saindo do banheiro e sentando ao seu lado na cama.
- Que lindo o que você postou - ela beijou o meu rosto. - Eu te amo, meu bonequinho.
- Eu também , minha bonequinha.
''Todo mundo sabe o quanto eu sou apaixonado por ela, pelo seus carinhos, pelo seus abraços e seus beijos. A sua delicadeza de tratar as pessoas, sua timidez e seu jeito de explicar as coisas, com tanta paciência e dedicação.
Além de apaixonado, eu sou feliz ao seu lado, eu tenho esse privilégio, essa honra, de poder acordar ao teu lado quando pode, de dormir ao teu lado e fazer tantas outras coisas ao teu lado. E mais do que nunca, agora ... iremos ser inseparáveis
Seremos três em um, ela dá gargalha ao me ouvir falando assim. Mas é assim que seremos daqui pra frente, três em um. Obrigado, por me dá esse grande presente de ser pai.
Eu te amo muito, meu amor, minha bonequinha... Quer dizer ! Amo vocês '' .
Agora todos já estavam sabendo que seríamos pais. Já me sentia aliviado e ao mesmo tempo nervoso, eu ficava o tempo todo atualizando para vê os comentários das minhas fãs. E já pude ver algumas se manifestando, os comentários eram surpresos, eu só conseguia enxergar os comentários desejando felicidades, preferi não vê os outros, falando maldades.
Aquilo foi como uma bomba para a imprensa, eles nem esperavam dá um dia de postagem, já estava em vários sites de fofocas, falando sobre a minha relação com a Larissa e sobre a sua gravidez. O meu pai me ligou assim que chegou as informações para ele.
- Fez a coisa certa, filho.
- Já estava na hora.
- Verdade !
- Chegou alguma notícia por aí ?
- Ligaram para o escritório, querendo confirmar essa história. E pedi que confirmasse !
- Beleza ! Pai, vou dormir um pouco.
- A Larissa está bem ?
- Bem demais, está no banheiro.
- Beleza ! Vai descansar filho, manda beijos para a Larissa.
- Pode deixar !
Esperei a Larissa sair do banheiro para que pudéssemos dormir juntos.
(... )
A noite fomos alegres para o local do show, com certeza teria imprensa, para que o Luan pudesse esclarecer um pouco mais sobre a ''bomba'' que ele soltou em seu instagram, junto com uma foto minha. Já estava na hora que todos ficassem sabendo, que o Luan Santana realmente amadureceu, e que irá amadurecer muito mais com a chegada do nosso filho ou filha. Ele não quis ver os comentários negativos, apenas os positivos, apesar que não eram tantos negativos, mesmo assim ele evitou.
Quando avisaram que o Luan iria dá entrevista, corri para o camarim da banda. Eram as últimas semanas da Karielle e Marla, teria um novo formato de show e elas não iriam participar. Fiquei muito triste por aquilo, eu agora seria a única mulher a acompanhar aquele time de peso, só com homens. Senti que o Luan não iria me deixar viajar tanto com ele, como antes, primeiro por causa da gravidez, segundo por tantos homens, ele era um pouco ciumentinho.
- Você sabe que tem que fazer inalação, então começa agora - disse.
- Minha gravidinha ! - beijou a minha barriga por cima da roupa mesmo.
Tive um susto quando entrou alguns amigos do Luan no camarim, estavam com violões, entraram cantando e estavam todos acompanhados de suas esposas e namoradas. Cumprimentei todos e olhei para o Luan, pois sabia que ele iria parar de fazer a inalação, ficou rindo pela a minha cara, mas voltou a fazer o que estava fazendo antes.
Eles começaram a cantar músicas conhecidas e também antigas. Até o Bruno Belutti começar a cantar uma música, que eu escutava muito o meu pai cantando. Só não sabia que o Luan gostava dela.
Tomava água e observava eles cantarem aquela música, bateu uma saudades de casa. Foi então que vi o meu namorado fazer gestos para mim, enquanto o Belutti cantava.
- Ela não merece o que eu faço, é no calor do seus abraços ... - Luan apontava para mim e ria, afastou o nebulizador e começou a cantar com eles.
- Que sou feliz e me refaço, mas não sei se é do seus beijos.
Ficamos ali até eu reclamar de fome, o Luan tinha me dito que iríamos em um restaurante para ''jantarmos'', mas ele ficou tão empolgado com os meninos ali que acabou esquecendo.
- Cara, eu preciso ir. A Larissa está aqui reclamando de fome e ela está grávida.
- Pô, já ia me esquecendo, Luan. Parabéns pelo o presente de Deus.
- Obrigado, cara - Luan apertava a mão do Belutti.
Ele se despediu dos outros e fomos para a van que nos esperava há muito tempo. Do camarim e do local do show, passamos em um restaurante, que já tinha a nossa reserva.
Eu e o Luan estávamos famintos e comemos muito, mas sempre na elegância como ele mesmo dizia. Não passaríamos a noite naquela cidade, até porque eu tinha consulta no dia seguinte em São Paulo e o Luan iria me acompanhar.
Me fez reencontrá-la e enxergar a sua verdadeira beleza. Tão doce e sincera, carinhosa e firme nas suas decisões e atitudes. O que me fez se apaixonar loucamente por ela. Sim ! É ela a mulher da minha vida, e eu não penso jamais magoá-la e tirar o seu sorriso lindo, que está sempre estampado em seu rosto.
Por mais que ela estivesse grávida e que as pessoas julgassem esse ato antes do casamento, ainda não era a hora de casarmos. Ela tinha outros planos e eu tinha os meus.
Naquela mesma semana, a Larissa resolveu fazer a sua primeira tatuagem. Ela sempre comentava comigo o que queria fazer e onde queria fazer, mas nunca tinha coragem. Em um dia que estava de folga, Larissa pediu que eu a levasse até o meu tatuador. Empolgado, levei a minha namorada, já preparando a filmagem.
- Você não vai filmar nada - ela disse, dentro do carro quando estávamos indo.
- Claro que vou filmar.
- Amor ! Dói tanto assim ?
- Dependo do lugar. Vai ser no braço mesmo ?
- Sim, eu aguento. Sou forte, firme.
- É assim que se fala, minha gravidinha. Mas não vai prejudicar o bebê não ?
- Não, não prejudica.
Chegamos em meu tatuador e ela não largava de mim, sentia que estava nervosa e aquilo era engraçado. Larissa conversou com o tatuador, mostrou o que queria tatuar e o lugar. E já se preparou.
Ela resolveu tatuar uma frase inglês que a sua mãe lhe ensinou quando era mais nova. Larissa chorou na cadeira do tatuador, ela dizia que não era nada suportável aquela dor.
Os seus pais ficaram surpresos quando viram aquela tatuagem, a Dona Laura emocionada por ter sido uma coisa que ensinou a filha quando criança e que ela tem na memória até hoje, o meu sogro, não gostou muito da ideia de vê a filha tatuada, mas não lhe julgou por aquilo.
(...)
- Luan ! O que foi isso que você postou menino ? - Larissa perguntava.
Estávamos em uma cidade próximo a São Paulo, teria um pocket show em um hotel
. Inclusive estávamos hospedados nesse hotel. Tinha acabado de postar uma foto da Larissa e comunicando aos meus fãs sobre a sua gravidez. - Nada demais, amor - falei rindo, saindo do banheiro e sentando ao seu lado na cama.
- Que lindo o que você postou - ela beijou o meu rosto. - Eu te amo, meu bonequinho.
- Eu também , minha bonequinha.
''Todo mundo sabe o quanto eu sou apaixonado por ela, pelo seus carinhos, pelo seus abraços e seus beijos. A sua delicadeza de tratar as pessoas, sua timidez e seu jeito de explicar as coisas, com tanta paciência e dedicação.
Além de apaixonado, eu sou feliz ao seu lado, eu tenho esse privilégio, essa honra, de poder acordar ao teu lado quando pode, de dormir ao teu lado e fazer tantas outras coisas ao teu lado. E mais do que nunca, agora ... iremos ser inseparáveis
Seremos três em um, ela dá gargalha ao me ouvir falando assim. Mas é assim que seremos daqui pra frente, três em um. Obrigado, por me dá esse grande presente de ser pai.
Eu te amo muito, meu amor, minha bonequinha... Quer dizer ! Amo vocês '' .
Agora todos já estavam sabendo que seríamos pais. Já me sentia aliviado e ao mesmo tempo nervoso, eu ficava o tempo todo atualizando para vê os comentários das minhas fãs. E já pude ver algumas se manifestando, os comentários eram surpresos, eu só conseguia enxergar os comentários desejando felicidades, preferi não vê os outros, falando maldades.
Aquilo foi como uma bomba para a imprensa, eles nem esperavam dá um dia de postagem, já estava em vários sites de fofocas, falando sobre a minha relação com a Larissa e sobre a sua gravidez. O meu pai me ligou assim que chegou as informações para ele.
- Fez a coisa certa, filho.
- Já estava na hora.
- Verdade !
- Chegou alguma notícia por aí ?
- Ligaram para o escritório, querendo confirmar essa história. E pedi que confirmasse !
- Beleza ! Pai, vou dormir um pouco.
- A Larissa está bem ?
- Bem demais, está no banheiro.
- Beleza ! Vai descansar filho, manda beijos para a Larissa.
- Pode deixar !
Esperei a Larissa sair do banheiro para que pudéssemos dormir juntos.
(... )
A noite fomos alegres para o local do show, com certeza teria imprensa, para que o Luan pudesse esclarecer um pouco mais sobre a ''bomba'' que ele soltou em seu instagram, junto com uma foto minha. Já estava na hora que todos ficassem sabendo, que o Luan Santana realmente amadureceu, e que irá amadurecer muito mais com a chegada do nosso filho ou filha. Ele não quis ver os comentários negativos, apenas os positivos, apesar que não eram tantos negativos, mesmo assim ele evitou.
Quando avisaram que o Luan iria dá entrevista, corri para o camarim da banda. Eram as últimas semanas da Karielle e Marla, teria um novo formato de show e elas não iriam participar. Fiquei muito triste por aquilo, eu agora seria a única mulher a acompanhar aquele time de peso, só com homens. Senti que o Luan não iria me deixar viajar tanto com ele, como antes, primeiro por causa da gravidez, segundo por tantos homens, ele era um pouco ciumentinho.
- Você sabe que tem que fazer inalação, então começa agora - disse.
- Minha gravidinha ! - beijou a minha barriga por cima da roupa mesmo.
Tive um susto quando entrou alguns amigos do Luan no camarim, estavam com violões, entraram cantando e estavam todos acompanhados de suas esposas e namoradas. Cumprimentei todos e olhei para o Luan, pois sabia que ele iria parar de fazer a inalação, ficou rindo pela a minha cara, mas voltou a fazer o que estava fazendo antes.
Eles começaram a cantar músicas conhecidas e também antigas. Até o Bruno Belutti começar a cantar uma música, que eu escutava muito o meu pai cantando. Só não sabia que o Luan gostava dela.
Tomava água e observava eles cantarem aquela música, bateu uma saudades de casa. Foi então que vi o meu namorado fazer gestos para mim, enquanto o Belutti cantava.
- Ela não merece o que eu faço, é no calor do seus abraços ... - Luan apontava para mim e ria, afastou o nebulizador e começou a cantar com eles.
- Que sou feliz e me refaço, mas não sei se é do seus beijos.
Ficamos ali até eu reclamar de fome, o Luan tinha me dito que iríamos em um restaurante para ''jantarmos'', mas ele ficou tão empolgado com os meninos ali que acabou esquecendo.
- Cara, eu preciso ir. A Larissa está aqui reclamando de fome e ela está grávida.
- Pô, já ia me esquecendo, Luan. Parabéns pelo o presente de Deus.
- Obrigado, cara - Luan apertava a mão do Belutti.
Ele se despediu dos outros e fomos para a van que nos esperava há muito tempo. Do camarim e do local do show, passamos em um restaurante, que já tinha a nossa reserva.
Eu e o Luan estávamos famintos e comemos muito, mas sempre na elegância como ele mesmo dizia. Não passaríamos a noite naquela cidade, até porque eu tinha consulta no dia seguinte em São Paulo e o Luan iria me acompanhar.
Assinar:
Postagens (Atom)